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Luanda, Angola – Um homem identificado nas redes sociais como suposto professor da Universidade Privada

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Luanda, Angola – Um homem identificado nas redes sociais como suposto professor da Universidade Privada de Angola (UPRA) está no centro de uma polémica depois de ter sido surpreendido numa hospedaria na companhia de uma estudante, num episódio que ganhou repercussão nas redes sociais através de um vídeo gravado no local.

Nas imagens divulgadas, é possível ouvir pessoas que participam na abordagem a identificarem o homem como professor da UPRA. Quando questionados pelo responsável da hospedaria sobre o motivo da presença no local, um dos jovens envolvidos na abordagem terá respondido que estavam ali por se tratar de um professor da instituição que, segundo a acusação feita no momento, “costuma envolver-se com as alunas em troca de notas”.

A afirmação é uma alegação feita pelos jovens que aparecem no vídeo e não constitui, até ao momento, uma acusação oficialmente confirmada pelas autoridades ou pela própria universidade.

O vídeo mostra ainda o suposto docente no interior da hospedaria acompanhado por uma jovem apresentada nas publicações como estudante. As circunstâncias que levaram ambos ao estabelecimento, bem como a natureza da relação entre os dois, não foram esclarecidas.

Suposto professor é agredido durante a abordagem

Durante a intervenção, a situação terá evoluído para violência. O homem, identificado como suposto professor, é visto a ser abordado por vários jovens e, nas imagens divulgadas, acaba por sofrer agressões físicas, incluindo golpes na região do rosto.

Os indivíduos que o abordaram são apresentados nas publicações como supostos colegas da estudante, mas a identidade e a relação exacta dessas pessoas com a jovem não foram oficialmente confirmadas.

A agressão constitui, por si só, uma situação distinta das acusações feitas contra o docente. Mesmo que as alegações venham a ser investigadas, qualquer eventual suspeita de conduta irregular não justifica agressões ou actos de violência física, cabendo às autoridades competentes apurar os factos e adoptar as medidas previstas na lei.

UPRA ainda não se pronunciou

Até ao momento, a Universidade Privada de Angola (UPRA) não apresentou publicamente um esclarecimento sobre o caso, a identidade do homem que aparece nas imagens ou as acusações feitas no vídeo.

Também não foi divulgada, de forma oficial, qualquer informação sobre a existência de um processo disciplinar ou investigação relacionada com o alegado envolvimento do docente com estudantes.

A situação permanece, por isso, envolta em questões que precisam de ser esclarecidas, nomeadamente a identidade do homem, a natureza da relação com a estudante, a veracidade das acusações relacionadas com a atribuição de notas e as circunstâncias que levaram à agressão.

O conteúdo divulgado nas redes sociais tem provocado diversas reacções, mas as imagens e as declarações feitas durante a abordagem não são suficientes, por si só, para confirmar as acusações.

O Baconguinho News acompanha o caso e aguarda um eventual pronunciamento oficial da UPRA e das autoridades competentes, que poderá esclarecer os factos e determinar se existe fundamento para as acusações apresentadas.

Nota: Esta notícia baseia-se nas imagens e declarações que circulam nas redes sociais. As alegações contra o suposto docente não foram confirmadas oficialmente. O envolvimento de qualquer pessoa em eventuais actos ilícitos só poderá ser estabelecido pelas entidades competentes mediante investigação e provas.

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Internautas identificam suposto professor da UPRA envolvido em polémica após encontro com estudante em hospedaria
Confira agora o vídeo.
Comunicado da UPRA

UPRA esclarece que suposto professor envolvido em polémica já não faz parte do corpo docente

A Universidade Privada de Angola (UPRA) reagiu às informações que circulam nas redes sociais sobre um antigo membro do seu corpo docente, esclarecendo que o indivíduo mencionado nas publicações já não integra o quadro de professores da instituição e não mantém actualmente qualquer vínculo profissional com a universidade.

Num comunicado divulgado na sequência da circulação das informações, a UPRA afirma ter tomado conhecimento dos conteúdos difundidos nas redes sociais e noutros meios, envolvendo o antigo membro do seu corpo docente.

A instituição ressalva, contudo, que a veracidade das informações divulgadas ainda carece de apuramento. Por essa razão, a universidade evita confirmar as alegações que têm circulado em torno do caso.

No mesmo comunicado, a UPRA reafirma a sua posição de repúdio a qualquer forma de assédio, abuso de autoridade, coacção ou aproveitamento indevido da relação entre docentes e estudantes.

Segundo a universidade, comportamentos dessa natureza são incompatíveis com os princípios éticos e os valores que orientam a instituição.

A UPRA acrescenta que pauta a sua actuação pela integridade, respeito, responsabilidade e protecção da dignidade dos membros da comunidade académica, sublinhando que não compactua com condutas que possam comprometer esses princípios.

A instituição apela igualmente aos utilizadores das redes sociais para que tenham responsabilidade na divulgação de conteúdos relacionados com o caso, evitando a exposição indevida das pessoas envolvidas e a disseminação de informações cuja veracidade ainda não tenha sido confirmada.

O esclarecimento da UPRA surge depois de imagens e informações sobre um antigo docente da instituição terem ganhado circulação nas redes sociais, na sequência de um episódio envolvendo uma estudante numa hospedaria.

Até ao momento, as alegações relacionadas com o episódio permanecem por confirmar oficialmente. A posição da UPRA estabelece, entretanto, que a pessoa mencionada não é actualmente professor da instituição, mas sim um antigo membro do seu corpo docente.

Comunicado da TV Zimbo

TV Zimbo esclarece que suposto docente envolvido em polémica não é jornalista nem colaborador efectivo da estação

A TV Zimbo esclareceu, esta quinta-feira, a sua relação com o cidadão envolvido numa polémica que tem circulado nas redes sociais, após alegações de que um docente universitário teria sido confrontado e agredido por familiares de uma estudante.

Num comunicado, a estação televisiva afirmou que o cidadão em causa não é jornalista nem colaborador efectivo do quadro da TV Zimbo. Segundo a emissora, a sua participação em programas da estação ocorreu apenas de forma pontual, na qualidade de comentador convidado.

A TV Zimbo explicou que a participação de especialistas e analistas externos em espaços televisivos é uma prática habitual e destinada a enriquecer o debate público sobre diferentes assuntos.

A estação sublinhou ainda que a condição de comentador convidado não representa qualquer vínculo laboral, contratual ou institucional com a TV Zimbo.

De acordo com o comunicado, a emissora também não exerce supervisão, controlo ou responsabilidade sobre a conduta pessoal ou profissional dos seus convidados fora do contexto e do período em que participam nos programas.

A TV Zimbo aproveitou igualmente para reafirmar a sua posição contra qualquer forma de assédio sexual e abuso de poder, defendendo os princípios de ética, transparência e respeito pelos direitos humanos.

A estação declarou apoiar o apuramento rigoroso dos factos pelas entidades competentes e informou que continuará a acompanhar a evolução do caso, mantendo-se disponível para prestar os esclarecimentos que forem necessários.

O esclarecimento surge depois de informações relacionadas com o caso terem ganhado circulação nas redes sociais e de o nome da TV Zimbo ter sido associado ao cidadão envolvido, devido às suas anteriores participações como comentador convidado.

AGRESSORES DO PROFESSOR DA UPRA NÃO SÃO DO SIC: dois estão detidos e terceiro suspeito continua foragido

O caso envolvendo o docente da Universidade Privada de Angola (UPRA), Nkikinamo Tussamba, que foi agredido numa hospedaria em Talatona, ganhou novos contornos após o Serviço de Investigação Criminal (SIC) anunciar a detenção de dois suspeitos.

Segundo o SIC, foram detidos Ebenezer Gerson de Carvalho Borges, conhecido por “Borges”, de 29 anos, e Inocêncio Domingos Simão de Almeida, de 22 anos. Os dois são irmãos da jovem identificada como Janice, de 20 anos, que acompanhava o docente no momento em que este se deslocou à hospedaria.

Um terceiro suspeito, identificado apenas como Ariclenes, é procurado pelas autoridades e encontra-se em fuga.

O SIC esclareceu ainda uma informação que circulou inicialmente nas redes sociais sobre a identidade dos indivíduos envolvidos na agressão. Os suspeitos detidos são cidadãos civis e não pertencem ao Serviço de Investigação Criminal nem a qualquer outro órgão de defesa e segurança.

A correcção surge depois de versões difundidas nas redes terem associado os indivíduos envolvidos no episódio ao próprio SIC.

De acordo com as informações apresentadas pelo órgão de investigação, o episódio ocorreu no final de Julho, numa hospedaria localizada no município do Talatona, em Luanda. O docente teria chegado ao local acompanhado por uma jovem, tendo posteriormente sido surpreendido e agredido no interior de um quarto.

As imagens da agressão foram gravadas e posteriormente divulgadas nas redes sociais, onde o caso ganhou grande repercussão.

Além das alegadas agressões físicas, o SIC informou que a investigação considera também a possível prática de sequestro e extorsão, estando o processo em curso para esclarecer integralmente as circunstâncias do caso.

Nkikinamo Tussamba, de 39 anos, é docente da cadeira de Comunicação Social da UPRA e também participa como comentador convidado da TV Zimbo.

A investigação prossegue para esclarecer o envolvimento de cada um dos suspeitos e localizar o terceiro indivíduo apontado no processo.

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A jovem que aparece na imagem é a estudante identificada no caso da hospedaria que envolveu um ex-professor da UPRA.
Jovens que, segundo as informações divulgadas, estiveram envolvidos na abordagem ao ex-professor da UPRA na hospedaria e que o agrediram durante o episódio, o de chapéu vermelho está foragido.

ACTUALIZAÇÃO

O caso do professor da UPRA ganha novo desenvolvimento. Uma equipa de advogados, coordenada por Hélder Chihuto, recorreu ao Ministério Público para pedir a reposição da legalidade na detenção dos irmãos da estudante envolvidos no caso.

Os dois cidadãos foram detidos pelo SIC por suspeita de participação na agressão ao docente. A defesa contesta agora a legalidade da detenção e solicita a intervenção do Ministério Público.

Um terceiro suspeito continua foragido. O SIC também esclareceu que os envolvidos são civis e não pertencem ao SIC nem ao DIP.

A decisão sobre o pedido apresentado pela defesa ainda é aguardada.

BACONGUINHO NEWS

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