Luanda, Angola — Uma médica ligada ao Hospital Maria Pia foi encontrada morta, no dia
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Luanda, Angola — Uma médica ligada ao Hospital Maria Pia foi encontrada morta, no dia 13, no interior da sua residência, depois de familiares e colegas de trabalho estranharem a sua ausência no serviço e o facto de não ter efectuado a habitual chamada telefónica à irmã mais velha. A morte, ocorrida de forma inesperada, deixou familiares, amigos e colegas de profissão profundamente consternados e levantou dúvidas sobre as circunstâncias em que a profissional perdeu a vida.
Segundo o relato de pessoas próximas, a médica teria ido dormir na noite do dia 12, sem que familiares tivessem conhecimento de qualquer situação que pudesse indicar que algo de anormal estava prestes a acontecer. Na manhã seguinte, porém, a sua rotina habitual não se repetiu.
A profissional não compareceu ao trabalho no Hospital Maria Pia e também não entrou em contacto com a irmã mais velha, a Dra. Lourdes, com quem, segundo familiares, mantinha uma relação muito próxima e tinha o hábito de falar logo nas primeiras horas da manhã.
A ausência acabou por despertar preocupação entre colegas e familiares, sobretudo porque a médica não costumava faltar ao serviço sem avisar. As chamadas efectuadas para o seu telefone também não eram atendidas, aumentando a inquietação entre aqueles que tentavam perceber o que estaria a acontecer.
Diante do silêncio, a irmã, juntamente com pessoas próximas e colegas do Hospital Maria Pia, decidiu deslocar-se à residência da médica para verificar pessoalmente a situação.
No local, a funcionária interna da residência terá informado que também não tinha visto a médica durante o dia. As tentativas de contacto continuaram, mas o telefone permanecia sem resposta. De acordo com o relato, era possível ouvir o aparelho a tocar no interior do quarto.
Perante a ausência de resposta e a crescente preocupação, a porta do quarto acabou por ser arrombada. Foi então que a médica foi encontrada já sem vida no interior da residência.
Família e colegas profundamente abalados
A notícia provocou uma onda de tristeza entre familiares, amigos e colegas de profissão. Pessoas próximas descrevem a médica como alguém muito querido no seio familiar e profissional, tornando a forma inesperada da sua morte ainda mais difícil de aceitar.
Familiares lamentam particularmente a quebra repentina da rotina que mantinham com a profissional, sobretudo a habitual comunicação com a irmã mais velha. Para os que conviviam diariamente com ela, a ausência repentina e a descoberta do corpo em casa constituem um momento de grande choque e sofrimento.
Entre as mensagens de dor partilhadas por pessoas próximas, a médica é recordada como uma irmã e uma pessoa muito especial para a família, sendo descrita por uma familiar como uma verdadeira “terceira filha” da mãe Rebeca.
Colegas do Hospital Maria Pia também manifestaram tristeza perante a perda de uma profissional com quem partilhavam diariamente o ambiente de trabalho. A morte inesperada terá causado surpresa e consternação entre os profissionais que conheciam a médica.
Pedem esclarecimento sobre as circunstâncias da morte
Apesar da dor, familiares e pessoas próximas defendem que é necessário esclarecer as circunstâncias em que a médica perdeu a vida.
Alguns familiares afirmam estar inquietos com a forma como a profissional foi encontrada e pedem que as autoridades competentes realizem uma investigação rigorosa, capaz de determinar o que realmente aconteceu dentro da residência.
A expressão “há muito mistério nessa morte”, utilizada por pessoas próximas, reflecte precisamente a necessidade de obter respostas. No entanto, até ao momento, não existem informações oficiais que permitam afirmar que tenha ocorrido crime ou intervenção de terceiros.
Por essa razão, qualquer conclusão sobre a causa da morte deverá aguardar os resultados dos procedimentos médico-legais e das eventuais diligências das autoridades.
Hospital Maria Pia lamenta a perda
O Hospital Maria Pia também estará a viver um momento de pesar pela perda da profissional, cuja morte representa não apenas uma tragédia familiar, mas também uma perda para a comunidade hospitalar.
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A partida inesperada da médica deixa colegas e demais profissionais entristecidos, sobretudo pela forma repentina como a notícia chegou ao conhecimento da equipa.
Para os familiares e colegas, mais do que especulações, o que se pretende agora é que sejam encontradas respostas concretas. A expectativa é de que as autoridades competentes possam esclarecer as circunstâncias da morte e determinar, com base em elementos técnicos e científicos, o que terá acontecido com a médica.
Enquanto aguardam respostas, familiares, amigos e colegas despedem-se de uma profissional que, segundo pessoas próximas, deixou uma marca de carinho e respeito entre aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ela.
A dor permanece entre os que a conheciam, enquanto a família aguarda que as circunstâncias da sua morte sejam devidamente esclarecidas.
Que descanse em paz.
Nota: Esta notícia foi elaborada com base no relato fornecido por pessoas próximas da falecida. A causa da morte e as respectivas circunstâncias não devem ser consideradas confirmadas até à divulgação de informações oficiais pelas autoridades competentes.
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