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Luanda, Angola – Vídeos promocionais de algumas lojas chinesas instaladas em Angola voltaram a gerar forte debate nas redes sociais, depois de internautas criticarem a forma como algumas funcionárias aparecem nas campanhas de divulgação dos estabelecimentos.

As publicações, amplamente partilhadas em plataformas como Facebook, TikTok e Instagram, mostram funcionárias a apresentar roupas consideradas por muitos utilizadores como excessivamente justas ou curtas. Para alguns internautas, este tipo de estratégia acaba por desviar a atenção dos produtos e dos preços anunciados.

Entre os comentários mais partilhados, há quem considere que a exposição das funcionárias compromete a imagem profissional das lojas, defendendo que o marketing deve privilegiar a qualidade dos produtos e não a aparência física das colaboradoras.

Outros utilizadores, por sua vez, entendem que a forma de vestir faz parte da estratégia comercial de algumas empresas e defendem que as funcionárias apenas cumprem orientações dos empregadores, não devendo ser alvo de ataques ou julgamentos pessoais.

A polémica reacendeu o debate sobre os limites da publicidade, da ética comercial e da utilização da imagem dos trabalhadores em campanhas de marketing, sobretudo no sector do comércio de vestuário.

Até ao momento, nenhuma das lojas visadas se pronunciou oficialmente sobre as críticas que circulam nas redes sociais.

Pergunta aos leitores: Na sua opinião, este tipo de publicidade ajuda a vender mais ou acaba por desvalorizar a imagem das empresas?

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