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Um jovem de 20 anos, conhecido por “Baito”, foi detido pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), no município do Sequele, província do Icolo e Bengo, por suspeita de envolvimento na morte de um colega de trabalho, de 32 anos, durante uma alegada tentativa de roubo numa padaria onde ambos trabalhavam.

Segundo informações atribuídas ao SIC, os factos ocorreram na madrugada de segunda-feira, 7 de Setembro de 2026, no interior da padaria “Lusava”, localizada no bairro Tande II.

De acordo com os dados recolhidos pelas autoridades, o suspeito terá colocado diazepam na comida dos colegas com o objectivo de provocar sonolência e, posteriormente, facilitar a subtracção de valores existentes no estabelecimento.

Entretanto, um dos trabalhadores, identificado como Madaleno Augusto Gonga Guilherme, de 32 anos, apesar de apresentar sinais de sonolência depois de ingerir a refeição, terá resistido a adormecer.

Perante a situação, “Baito” terá recorrido a uma fita adesiva para asfixiar o colega, provocando a sua morte no interior da padaria, segundo a versão apresentada na investigação.

Depois do ocorrido, o suspeito terá seguido ao encontro do proprietário do estabelecimento, um cidadão de 38 anos identificado como Sala Frangane, a quem terá desferido um golpe na cabeça com um objecto contundente.

O proprietário terá resistido à agressão e pedido socorro. Populares que se encontravam nas imediações terão intervindo e conseguido imobilizar o suspeito até à chegada dos efectivos do Serviço de Investigação Criminal.

No local, os investigadores terão encontrado o corpo de um homem adulto prostrado no chão, apresentando escoriações na região do pescoço e presença de líquido nas narinas.

O cadáver foi posteriormente removido para a Morgue Central do Hospital Josina Machel, em Luanda, onde deverá ser submetido a autópsia e aos demais procedimentos médico-legais.

O suspeito permanece detido, enquanto o processo-crime deverá ser remetido ao Ministério Público para os procedimentos legais subsequentes.

As circunstâncias descritas permanecem sob investigação, cabendo às autoridades judiciais determinar as responsabilidades criminais decorrentes do caso.

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