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Luanda, Angola – jovem identificada como Larissa Canjundo está a ser apontada como suspeita de atrair homens através das redes sociais para, posteriormente, cometer furtos e outros actos ilícitos nas residências das vítimas. A informação foi divulgada pelo jornal Na Mira do Crime, que afirma ter contribuído com informações sobre a localização da jovem às autoridades.

Segundo as informações divulgadas, Larissa, conhecida nas redes sociais como “a rainha do Tinder”, teria utilizado plataformas digitais para estabelecer contacto com homens e marcar encontros. As acusações indicam que, depois de conseguir acesso às residências das vítimas, a jovem recorreria à administração de substâncias para deixar os homens incapacitados e retirar determinados bens.

Entre os episódios atribuídos à jovem está o desaparecimento de uma consola PlayStation 5 pertencente ao filho de uma das supostas vítimas. De acordo com o relato divulgado, o equipamento teria sido posteriormente colocado à venda, mas Larissa teria acabado por ser enganada durante a negociação, recebendo apenas 75 mil kwanzas pela consola.

Outro episódio que ganhou destaque nas redes sociais envolve uma alegada ocorrência numa das residências. Segundo o Na Mira do Crime, a jovem teria deixado fezes na cozinha de uma das vítimas após um encontro. Entretanto, numa entrevista posteriormente divulgada pelo mesmo órgão, Larissa negou ter praticado esse acto e contestou parte das acusações que lhe são atribuídas.

A publicação mais recente do Na Mira do Crime afirma que Larissa Canjundo foi capturada numa operação do Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP) em Luanda, depois de informações sobre a sua localização terem sido encaminhadas às autoridades. O mesmo relato indica que a jovem estaria com as malas preparadas para deixar Luanda com destino ao Cuanza-Sul.

Ainda de acordo com as informações divulgadas, Larissa é mãe de três filhos e estaria grávida de aproximadamente um mês. Estes dados, assim como as acusações de que teria dopado homens para se apoderar dos seus bens, são apresentados nas publicações que circulam sobre o caso e devem ser tratados como alegações enquanto não houver confirmação oficial das autoridades.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, sobretudo pelas circunstâncias descritas nos relatos e pela alegada utilização de plataformas de encontros para estabelecer contacto com as vítimas.

Até ao momento, não foram disponibilizados, nas informações analisadas, detalhes oficiais sobre o número de vítimas, os bens alegadamente subtraídos ou os crimes concretamente imputados à jovem. Também não há, nas fontes consultadas, informação suficiente sobre o eventual processo judicial que poderá resultar da investigação.

A evolução do caso deverá esclarecer as acusações apresentadas contra Larissa Canjundo e determinar a eventual responsabilidade criminal, caso os factos venham a ser confirmados pelas autoridades competentes.

BACONGUINHO NEWS

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