Luanda, Angola – O Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) confirmou que a greve dos professores
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Luanda, Angola – O Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) confirmou que a greve dos professores vai avançar a partir das 7h00 desta segunda-feira, 21 de Setembro, depois de não se ter realizado o encontro negocial previsto entre o sindicato e o Governo neste sábado, 19 de Setembro.
Num comunicado dirigido aos professores, o SINPROF informou que a paralisação foi mantida conforme a decisão tomada nas assembleias realizadas no dia 12 de Setembro.
Segundo o sindicato, as exigências relativas aos dois primeiros pontos do Caderno Reivindicativo foram enviadas na sexta-feira, 18 de Setembro, à equipa do Ministério da Educação.
Apesar do início da greve, o SINPROF afirma que continua disponível para retomar as negociações a partir de segunda-feira, caso o Executivo demonstre disponibilidade para encontrar soluções para as questões apresentadas pela classe.
O sindicato orienta ainda os professores a não permanecerem nos locais de trabalho durante a paralisação. De acordo com o comunicado, os piquetes de greve deverão permanecer à entrada das escolas para acompanhar o cumprimento da paralisação.
A primeira fase da greve está prevista para decorrer de 21 de Setembro a 15 de Outubro. A paralisação surge num contexto de divergências entre o SINPROF e o Ministério da Educação sobre o cumprimento dos compromissos assumidos no acordo celebrado em Janeiro de 2026.
Enquanto o SINPROF sustenta que continuam por resolver pontos considerados essenciais do Caderno Reivindicativo, o Ministério da Educação defende que vários compromissos já foram cumpridos e tem afirmado que não existem motivos para a paralisação.
Com o início da greve confirmado para as 7h00 de segunda-feira, permanece também aberta a possibilidade de novas negociações entre o sindicato e o Executivo, caso haja disponibilidade para retomar o diálogo.
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GREVE MANTÉM-SE DE PÉ: SINPROF acusa Governo de tentar “manipular” professores e opinião pública
O Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) voltou a pronunciar-se este sábado, 19 de Setembro, sobre o encontro que estava previsto com o Governo e reafirmou que a greve dos professores terá início às 7h00 de segunda-feira, 21 de Setembro.
Segundo o sindicato, na reunião realizada na quarta-feira ficou apenas indicada a possibilidade de um novo encontro neste sábado, dependendo das consultas que seriam feitas junto da sua base. O SINPROF afirma que, na sexta-feira, comunicou ao secretário de Estado para o Ensino Pré-Escolar e Primário, Pacheco Francisco, a sua indisponibilidade para participar no encontro deste sábado, juntamente com um conjunto de exigências.
O sindicato diz ainda desconhecer qualquer acta que pudesse determinar o cancelamento da greve e acusa o Governo de tentar apresentar uma realidade diferente da posição assumida pela organização.
No comunicado divulgado neste sábado, o SINPROF chega a acusar o Executivo de pretender utilizar o encontro como um instrumento de “manipulação da sociedade e dos professores”, procurando, segundo o sindicato, criar a percepção de que os problemas existentes já estariam ultrapassados.
A organização sindical afirma que há meses denuncia alegadas violações ao acordo celebrado com o Governo e sustenta que não houve, da parte do Executivo, disponibilidade suficiente para resolver as reivindicações apresentadas.
Diante do impasse, o SINPROF reafirma que a paralisação começa na segunda-feira, 21 de Setembro, e declara-se disponível para retomar as negociações caso o Governo esteja disposto a discutir e cumprir os compromissos assumidos.
A primeira fase da greve está prevista para decorrer de 21 de Setembro a 15 de Outubro, segundo informações divulgadas pelo sindicato. O Ministério da Educação, por sua vez, tem defendido que não existem motivos para a paralisação, afirmando que 11 pontos do caderno reivindicativo já foram atendidos.
Assim, cresce a tensão entre o SINPROF e o Governo, enquanto professores se preparam para uma nova paralisação a partir de segunda-feira.
A questão agora é: haverá espaço para um novo entendimento entre as partes antes ou durante o período da greve?
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